terça-feira, 21 de abril de 2015

BODAS DE OURO DO GRUPO CORAL DE S. CAETANO

Domingo, 19 de Abril, o Grupo Coral de S. Caetano, comemorou o seu 50º aniversário, que ocorreu no passado dia 4 de Abril. 
De manhã foi celebrada a Eucaristia Solene presidida pelo Rev. Pe. José M Costa Lima, que para além das Bodas de Ouro do Grupo Coral, teve também as Bodas de Ouro do Sr. João Baptistas e D. Cândida. O Sr. João é também elemento do Grupo Coral há muitos anos.
Na Eucaristia muito participada, estiveram familiares e amigos do Grupo Coral, que quiseram estar em comunhão neste dia tão especial, e também por elementos que passaram ao longo dos anos pelo Coro.
 
O abraço do Rev. Padre Zé Manel, ao Sr. Albino Nicolau, fundador do Coro e Maestro até Abril do ano passado, quando passou o testemunho para a jovem Tânia Leitão.
A nova Maestrina, que é também organista, sobre quem recai toda a responsabilidade de ensaiar e dirigir o Coro. E, podemos dizer, que tem feito um excelente trabalho!
Na parte da tarde, a partir das 15h30, na Capela de S. Caetano, foi dada continuidade à comemoração com cânticos próprios para a ocasião, a que se juntaram as vozes de familiares, amigos e antigos elementos do coro como a da D. Quininha, que durante muitos anos esteve no Coro.
Presentes também, o Sr. Diácono José Angélico e esposa, o Sr. Diácono Celestino Gomes, e alguns amigos do Coro das 8h00, que tiveram a gentileza de oferecer ao Coro um lindíssimo ramo de flores. 
Foi depois apresentado um pequeno vídeo com imagens antigas e outras de tempos mais recentes, que fazem parte da história destes 50º anos de vida.
Seguiu-se um lanche partilhado, em que a D. Quininha já não pode participar, com muita pena de todos os presentes, que dela se despediram com muito carinho e amizade.
Partilha fraterna que se iniciou com uma oração, e onde não faltou uma mesa cheia de coisas boas, onde brilhava um bolo de aniversário muito bem decorado.
Mais tarde veio juntar-se a este convívio o Rev. Pe. Zé Manel, ficando assim a festa completa.
Foi tempo de desfiar recordações que provocaram emoções e algumas lágrimas. Mas tudo isso faz parte de um caminho de 50 anos.
O Sr. Albino e a Tânia, juntos apagam as velas do bolo e, mais uma vez, foi assim reforçada a passagem de testemunho. 
Selada com este abraço fraterno e as bonitas palavras da Tânia - "Longe estaria eu de saber que viria, um dia, a dar continuidade à Missão daquele sábio senhor que me trazia da escola todas as tardes... Longe estaria eu de saber que viria a tomar como uma parte da minha, a Missão daquele senhor que me ajudou a viver mais a minha Fé através do serviço à comunidade..."
Como muito bem disse o Rev. Pe. Zé Manel, agora é preciso caminhar para mais 50!
Então, rezemos, para que jovens vozes se juntem ao Grupo Coral dando continuidade a este sonho, de louvar a Deus em cada domingo na Eucaristia.
Agradecimentos: à Margarida, ao Fábio, Ricardo, Pedro e João Santos. 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

LEVAI


“Há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos. Ser discípulo significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto acontece espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho.”
Papa Francisco, Exort.Evangelii Gaudium, (2013),nº127

domingo, 19 de abril de 2015

52ª SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES - de 19 a 26 de Abril


Fundamentalmente, desde a chamada de Abraão até à de Moisés, desde o caminho de Israel peregrino no deserto até à conversão pregada pelos profetas, até à viagem missionária de Jesus que culmina na sua morte e ressurreição, a vocação é sempre aquela acção de Deus que nos faz sair da nossa situação inicial, nos liberta de todas as formas de escravidão, nos arranca da rotina e da indiferença e nos projecta para a alegria da comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso, responder à chamada de Deus é deixar que Ele nos faça sair da nossa falsa estabilidade para nos pormos a caminho rumo a Jesus Cristo, meta primeira e última da nossa vida e da nossa felicidade.

Mensagem do Papa Francisco para a semana de oração pelas vocações

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comunidade



A NECESSIDADE DA MISSÃO


É-nos dada hoje, Domingo III da Páscoa, a graça de escutar a página sublime do Evangelho de Lucas 24,35-48, em que Jesus Ressuscitado se faz ver aos seus discípulos reunidos, que são «os Onze e os outros com eles» (Lucas 24,33), dissipa as suas dúvidas e os seus medos, e lhes indica o sentido da Escritura, ao mesmo tempo que abre diante dos seus olhos o sentido obrigatório da missão. Podem assaltar-nos questões como estas: a) o que terá acontecido àqueles discípulos depois da morte de Jesus?; b) como chegaram ao ponto de afirmar a sua ressurreição?; c) terão sido vítimas de alguma desmedida ilusão?; d) auto-convenceram-se de que a obra de Jesus não podia terminar com aquela morte?; e) é a partir de si mesmos que chegam à fé na ressurreição, e que começam a anunciar convictamente que Jesus está vivo? A página do Evangelho de hoje ajuda-nos a compreender melhor os acontecimentos.

sábado, 18 de abril de 2015

DOMINGO III DA PÁSCOA - Ano B


SALMO RESPONSORIAL Salmo 4, 2.4.7.9 (R. 7a)
Refrão: Fazei brilhar sobre nós, Senhor,
a luz do vosso rosto.

Quando Vos invocar, ouvi-me, ó Deus de justiça.
Vós que na tribulação me tendes protegido,
compadecei-Vos de mim 
e ouvi a minha súplica.

Sabei que o Senhor faz maravilhas
pelos seus amigos,
o Senhor me atende 
quando O invoco.

Muitos dizem: 
«Quem nos fará felizes?»
Fazei brilhar sobre nós, Senhor, 
a luz da vossa face.

Em paz me deito
e adormeço tranquilo,
porque só Vós, Senhor, 
me fazeis repousar em segurança.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

CAMINHADA DOS CATEQUISTAS 2015 - Baião

E mais uma vez se cumpriu a tradição! Mas desta vez com boas previsões meteorológicas que nos levaram à procura dum castelo perdido, algures entre o céu e a terra…
Apesar do nevoeiro à beira mar, que ia jogando connosco às escondidas, à medida que subíamos e nos afastávamos mais para o interior, adivinhava-se já o calor que nos esperava para nos ajudar a descobrir cada recanto e cada regato e a deixarmo-nos encantar com cada pormenor da natureza em plena primavera florida.
E, desta vez o percurso era duro…ou então são os anos que pesam mais! Ou são os caminhos que alongam ou são as energias que encurtam!...
Depois do pequeno-almoço tomado, rumámos até ao vale, junto às calmas águas do Ovil, no local onde oferece uma pacata zona de lazer. Aí orámos, louvando a vida e pedindo proteção ao Senhor para todos quantos ali caminhávamos. 
Daí partimos de mochila às costas rumo à serra, como que à descoberta do berço dessas águas que naquele lugar descansam da correria, pela certa, para vencer obstáculos e alturas.
Erguia-se aquele “castelo” sobre uma amarela tapeçaria de flores, digna de qualquer rei, e guardado por gigantes sentinelas de granito que não deixam de nos espantar pelas suas formas e pelos seus tamanhos! 
 
 A vontade de o alcançar era grande!
 Ao castelo não chegámos, mas asseguramos-vos que quase o tocámos...
À medida que o vale ia ficando para trás, e o alto monte ficava mais próximo iam-se alterando os sentimentos. 
Até aí, parecia-nos inalcançável o cume daquela montanha, vista ao longe… Agora, parecia-nos que o vale se afundava em sítio que nem o sol conseguia visitar!
A descida apresentou-se mais fácil… Encontrada uma sombra, repusemos os nossos níveis de energia com as iguarias que cada um levou e repartiu. É sempre um momento de repouso e de alegre convívio entre todos. E… imaginem… nem o cafezinho faltou lá no meio da montanha! Há sempre alguém que amavelmente providencia a tão desejada bebida aos que dificilmente a dispensam no final do almoço…
Pelo caminho, alegremente cansados, tivemos tempo para beber nas fontes de água que jorram das entranhas daquela serra e que regam os campos laboriosamente trabalhados por gente simples, lutadora e sábia! 
Campos que se viam lavrados e aplanados prontos a fazer frutificar as batatas, as cebolas, os alhos, as alfaces e todo o tipo de legumes necessários à alimentação humana e também do gado. Desse saber ancestral, manual, sai uma geometria perfeita, sem régua nem esquadro.
De regresso ao vale, ainda houve tempo para o jogo tradicional da malha e para aliviar os pés cansados. 
De regresso ao centro ainda tivemos oportunidade de ouvir tocar e cantar uma tuna académica e finalmente a hora do jantar, onde se pôde apreciar a ótima gastronomia da região, muito apreciada e elogiada por todos. Após os discursos dos “caloiros” da caminhada, que este ano foram poucos, regressámos saudavelmente cansados, com o desejo e a promessa de estar na caminhada no ano que vem. 
Venham fazer a experiência de que os caminhos que se nos apresentam tortuosos e enlameados são, por vezes, os que nos levam ao melhor destino e perceber o quanto é mais fácil caminhar juntos!
Abril de 2015

quinta-feira, 16 de abril de 2015

CATEQUESE - celebrações missionárias, com Padre LUIS VIEIRA

 Para a infância (do 1º ao 6º anos) 
sábado às 16h, Capela S. Martinho
Para a adolescência (do 7º ao 11º anos) 
 sábado às 17.30h no centro paroquial

terça-feira, 14 de abril de 2015

LECTIO DIVINA


Evangelho: Jo 3, 7b-15
«Não te admires por Eu te haver dito que todos devem nascer de novo. O vento sopra onde quer: ouves a sua voz, mas não sabes donde vem nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito».

Rezar a Palavra
Sinto a urgência de beber dessa água e desse Espírito que gera em mim a vida nova do amor de Deus. Que os meus olhos se abram para ti e na cruz encontre a fonte do mistério mais profundo que o homem pode conhecer, o mistério de um Deus que se derrama em amor até à morte para me salvar. Derrama sobre mim, Senhor, a força do teu Espírito e faz-me renascer cada dia um pouco mais até conhecer totalmente os mistérios do céu.

domingo, 12 de abril de 2015

BODAS DE OURO DO GRUPO CORAL DE S. CAETANO

Uma efeméride que, sem dúvida, merece ser comemorada, dando graças a Deus pelo longo caminho já percorrido e lembrando todos os que de alguma forma contribuíram para que fosse possível chegar até este dia. 

sábado, 11 de abril de 2015

PORQUE ME VÊS, ACREDITAS

Porque me vês, acreditas
Disse Jesus a Tomé,
Ditoso quem acredita
Não porque vê mas tem fé!
 
Senhor, acreditamos: És o Pão.
Que a nossa fé sustenta e que nos guia!
O Teu sangue nos deste como vinho
Que nos enche de paz e de alegria!

Senhor, em comunhão na Tua Igreja,
Sofremos com quem sofre por ter fome!
Aquele que tem sede de justiça
Levamos a água viva do Teu Nome!

Saboreai e vede como é bom
O pão que é a palavra do Senhor!
Provai como agradável é o vinho
Em que provamos Seu eterno amor!

Acorrei, povos todos, alegrai-vos:
O Senhor preparou a Sua mesa!
Provai, saboreai Sua Palavra;
É Ele o vosso abrigo e fortaleza!

DOMINGO II DA PÁSCOA ou da Divina Misericórdia

SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1)
Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
   porque é eterna a sua misericórdia.

Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Aarão:
é eterna a sua misericórdia.
Digam os que temem o Senhor:
é eterna a sua misericórdia.

A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver,
para anunciar as obras do Senhor.
Com dureza me castigou o Senhor,
mas não me deixou morrer.

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

CAMINHANDO... RECORDANDO...

Como é bom caminhar sem pressa e desfrutar de toda a beleza que a natureza oferece. Calcorrear montes e vales, arranhar os pés e as mãos, enfrentar a chuva ou o calor, vencer obstáculos e superar às vezes os próprios limites, é um desafio que se coloca a quem participa numa caminhada.
Como prémio, o êxtase de quase tocar o céu, admirar a inóspita e inacessível montanha, a imensidão do vale, e escutar ao longe o sussurro do rio ou regato que corre a seus pés. 
Aqui chegados e sentados em repouso, se dará o devido valor à água, fonte de vida que refresca e acalma, depois de tão intenso esforço físico.
A terminar, o coração e a voz se unem numa prece a Deus, que permitiu a alegria de contemplar uma infinidade de maravilhas que retemperam a alma e dão alento para continuar todas as outras caminhadas da vida. 
Obrigada, Senhor!